Interação
 
Interação entre os Grupos Componentes da Rede Mineira de Biotecnologia na Agropecuária

As instituições componentes da RMBA já têm uma tradição de trabalho colaborativo, frutos da elaboração de projetos de pesquisas de interesse comum entre professores e pesquisadores, contribuindo de forma expressiva para a capacitação do corpo docente, discente e de pesquisadores. Esta contextualização já adotada pelas instituições de compartilhar esforços, recursos e conhecimento, se adequa perfeitamente na concepção e iniciativa por parte do Governo do Estado de Minas Gerais de implementar Redes de Pesquisas entre as Instituições Mineiras de Ensino e Pesquisa. Para alavancar as pesquisas de Biotecnologia no Estado de Minas Gerais, contribuindo desta maneira com a formação de recursos humanos em áreas estratégicas para o país, torna-se imprescindível o apoio da para consolidação da infra-estrutura nas diferentes instituições, bem como, o incentivo para o fortalecimento e estreitamento das interações científicas já existentes entre os pesquisadores mineiros.

Na área animal, a Universidade Federal de Viçosa vem buscaAs instituições componentes da RMBA já têm uma tradição de trabalho colaborativo, frutos da elaboração de projetos de pesquisas de interesse comum entre professores e pesquisadores, contribuindo de forma expressiva para a capacitação do corpo docente, discente e de pesquisadores. Esta contextualização já adotada pelas instituições de compartilhar esforços, recursos e conhecimento, se adequa perfeitamente na concepção e iniciativa por parte do Governo do Estado de Minas Gerais de implementar Redes de Pesquisas entre as Instituições Mineiras de Ensino e Pesquisa. Para alavancar as pesquisas de Biotecnologia no Estado de Minas Gerais, contribuindo desta maneira com a formação de recursos humanos em áreas estratégicas para o país, torna-se imprescindível o apoio da para consolidação da infra-estrutura nas diferentes instituições, bem como, o incentivo para o fortalecimento e estreitamento das interações científicas já existentes entre os pesquisadores mineiros.

Na área animal, a Universidade Federal de Viçosa vem buscando parcerias em execução de projetos ligados à linha de sanidade animal junto às outras Instituições mineiras. No ano de 2005, foi aprovado junto à FAPEMIG o projeto CAG1788/05 “Estudo quantitativo e epidemiológico do Circovírus Suíno Tipo 2 no Brasil”. Este projeto conta com a participação da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais. Recentemente, o Laboratório de Virologia Molecular Animal da UFV, juntamente com o Laboratório de Genética Molecular da Universidade Federal de Uberlândia vem desenvolvendo um projeto para a produção de anticorpos monoclonais contra o Circovírus Suíno Tipo 2 (PCV2) e para a padronização de uma metodologia molecular de diagnóstico a campo para a detecção do PCV2.

O Laboratório de Biologia e Controle de Hematozoários e Vetores da UFV, tem colaboração estreita com o Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG. A colaboração consiste no desenvolvimento de projetos de pesquisa conjuntos e financiados pela FAPEMIG, tais como: “Controle de Boophilus microplus e de Babesia bovis em bovinos pela aplicação simultânea dos imunógenos sintéticos SBm7462, SBbo23290 e de um imunógeno polivalente composto pelos mesmos”; “Conservação dos determinantes imunogênicos da vacina sintética anti Boophilus microplus (SBm7462) em diferentes populações do parasito. Tal colaboração inclui o Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, em projetos conjuntos de pesquisa relacionados ao “Desenvolvimento de vacinas moleculares contra doenças infecciosas de interesse veterinário" financiado pelo programa PRONEX CNPq-FAPEMIG.

O Laboratório de Biotecnologia Animal do Departamento de Zootecnia da UFV mantém intensa interação com a Embrapa Gado de Leite. Esta interação está baseada não apenas na aprovação de projetos conjuntos, mas também na formação de alunos de graduação e de pós-graduação. As áreas de atuação da parceria, dentro dos projetos aprovados, estão focadas na análise estrutural e funcional do genoma bovino e do suíno. Atualmente, existem sete alunos de pós-graduação vinculados ao Departamento de Zootecnia - DZO, que desenvolvem parte de seus experimentos de tese no Laboratório de Genética Molecular da Embrapa Gado de Leite.

Na área vegetal, o Laboratório de Virologia Molecular Vegetal da UFV possui uma estreita relação com outros grupos da UFV e de outras instituições. No âmbito da UFV, interage diretamente com o Laboratório de Cultura de Tecidos, por meio de projetos envolvendo (1) a transformação genética do maracujá e do tomateiro visando resistência a vírus; (2) a análise de replicação de geminivirus e potyvirus por meio da eletroporação de protoplastos de tomateiro e fumo com clones correspondentes aos genomas virais completos. Interage, também, com o Laboratório de Virologia Molecular Animal, em “Clonagem e caracterização de vírus pertencentes às famílias Geminiviridae e Circoviridae”. Os geminivirus são patógenos de plantas e os circovirus são patógenos de animais, porém ambos apresentam uma série de semelhanças em termos estruturais e de replicação na célula hospedeira.

Fora da UFV, o grupo de Virologia Molecular Vegetal da UFV e o de Cultura de Tecidos, que desenvolveram uma variedade geneticamente modificada de maracujazeiro-amarelo resistente ao vírus do endurecimento dos frutos, no âmbito dessa proposta, estabelecerá parcerias com as outras instituições da RMBA que estão instalando uma rede de campos isolados para liberação planejada de plantas geneticamente modificadas no meio ambiente, para completar os estudos de biossegurança desse novo cultivar.

O grupo de Genética Molecular do BIOAGRO, que trabalha com o melhoramento da qualidade da soja para a indústria de alimentos, tem uma intensa relação com pesquisadores do Núcleo de Biologia Aplicada da Embrapa Milho e Sorgo, incluindo o intercâmbio de pesquisadores, troca de material biológico, de marcadores moleculares e de construções gênicas. Esse mesmo grupo, que trabalha com o melhoramento do feijoeiro visando resistência a doenças, interage de modo bastante efetivo com pesquisadores da UFLA, da EPAMIG e da EMPRAPA, tanto na troca de material genético e de informações, quanto no lançamento conjunto de novos cultivares de feijão para o estado de Minas Gerais.

O Núcleo de Biologia Aplicada da Embrapa Milho e Sorgo possui uma estreita interação com a UFV, UFLA e UFMG na formação de recursos humanos e em projetos conjuntos nas áreas de genômica, genética e melhoramento de plantas. Vários estudantes destas universidades desenvolveram e desenvolvem trabalhos de tese na Embrapa Milho e Sorgo. Esta interação também se faz presente no desenvolvimento de projetos nas áreas de estresse bióticos a abióticos.

A UFLA mantém intercambio científico com todas as instituições mineiras de ensino e pesquisa, desenvolvendo projetos de colaborativos nas mais diversas áreas. A área da Biotecnologia tem sido considerada como estratégica pelos administradores na UFLA, que têm apoiado a criação de cursos de Pós-Graduação Lato Sensu e Stricto Senso em Biotecnologia, além da criação do Laboratório Central de Biologia Molecular (LCBM), um laboratório descentralizado de pesquisa, multi-usuário e vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa. Inaugurado em dezembro de 2002, o LCBM possui equipamentos modernos que dão suporte às pesquisas realizadas nos laboratórios setoriais dos vários departamentos e nos programas de pós-graduação. LCBM da UFLA foi financiado pela Fundação de Pesquisa do Estado de Minas Gerais, Ministério de Ciência e Tecnologia e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAPEMIG/MCT/CNPq). Tal infra-estrutura permitiu que a UFLA integrasse a Rede Genoma Minas, estreitando o relacionamento com as demais instituições de pesquisa do Estado.

O curso de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biotecnologia Vegetal, recém aprovado pelo MEC conta com a colaboração formal de pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo. Em 2005, a UFLA e a Epamig aprovaram um projeto na FAPEMIG (CAG 1147\05), intitulado “Aplicações da genômica funcional ao melhoramento da soja (Glycine max L. Merril) visando resistência a Meloidogyne sp”. 

A Escola de Veterinária da UFMG tem, ao longo dos tempos, se transformado em agregadora de grupos de pesquisa em saúde animal em todo Brasil e em alguns países vizinhos. Por ter programas de mestrado e doutorado, iniciados na década de 60 e sendo um dos mais antigos da área, por sua trajetória progressiva de geração de conhecimentos tornou-se o melhor programa de pós-graduação, classificado com nível 7 (sete) pela CAPES, sendo um dos dois únicos da área de Veterinária com essa classificação. Dentro da RMBA, a Escola de Veterinária da UFMG tem parcerias em andamento com a Universidade Federal de Viçosa em projeto aprovado pela FAPEMIG (CAG 1788/05) para o estudo quantitativo e epidemiológico do Circuvirus SuinoTipo 2 no Brasil, e com a Universidade Federal de Uberlândia no projeto “ Avaliação de testes imunocromatograficos com proteínas recombinantes de retrovirus”ndo parcerias em execução de projetos ligados à linha de sanidade animal junto às outras Instituições mineiras. No ano de 2005, foi aprovado junto à FAPEMIG o projeto CAG1788/05 “Estudo quantitativo e epidemiológico do Circovírus Suíno Tipo 2 no Brasil”. Este projeto conta com a participação da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais. Recentemente, o Laboratório de Virologia Molecular Animal da UFV, juntamente com o Laboratório de Genética Molecular da Universidade Federal de Uberlândia vem desenvolvendo um projeto para a produção de anticorpos monoclonais contra o Circovírus Suíno Tipo 2 (PCV2) e para a padronização de uma metodologia molecular de diagnóstico a campo para a detecção do PCV2.

O Laboratório de Biologia e Controle de Hematozoários e Vetores da UFV, tem colaboração estreita com o Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG. A colaboração consiste no desenvolvimento de projetos de pesquisa conjuntos e financiados pela FAPEMIG, tais como: “Controle de Boophilus microplus e de Babesia bovis em bovinos pela aplicação simultânea dos imunógenos sintéticos SBm7462, SBbo23290 e de um imunógeno polivalente composto pelos mesmos”; “Conservação dos determinantes imunogênicos da vacina sintética anti Boophilus microplus (SBm7462) em diferentes populações do parasito. Tal colaboração inclui o Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, em projetos conjuntos de pesquisa relacionados ao “Desenvolvimento de vacinas moleculares contra doenças infecciosas de interesse veterinário" financiado pelo programa PRONEX CNPq-FAPEMIG.

O Laboratório de Biotecnologia Animal do Departamento de Zootecnia da UFV mantém intensa interação com a Embrapa Gado de Leite. Esta interação está baseada não apenas na aprovação de projetos conjuntos, mas também na formação de alunos de graduação e de pós-graduação. As áreas de atuação da parceria, dentro dos projetos aprovados, estão focadas na análise estrutural e funcional do genoma bovino e do suíno. Atualmente, existem sete alunos de pós-graduação vinculados ao Departamento de Zootecnia - DZO, que desenvolvem parte de seus experimentos de tese no Laboratório de Genética Molecular da Embrapa Gado de Leite.

Na área vegetal, o Laboratório de Virologia Molecular Vegetal da UFV possui uma estreita relação com outros grupos da UFV e de outras instituições. No âmbito da UFV, interage diretamente com o Laboratório de Cultura de Tecidos, por meio de projetos envolvendo (1) a transformação genética do maracujá e do tomateiro visando resistência a vírus; (2) a análise de replicação de geminivirus e potyvirus por meio da eletroporação de protoplastos de tomateiro e fumo com clones correspondentes aos genomas virais completos. Interage, também, com o Laboratório de Virologia Molecular Animal, em “Clonagem e caracterização de vírus pertencentes às famílias Geminiviridae e Circoviridae”. Os geminivirus são patógenos de plantas e os circovirus são patógenos de animais, porém ambos apresentam uma série de semelhanças em termos estruturais e de replicação na célula hospedeira.

Fora da UFV, o grupo de Virologia Molecular Vegetal da UFV e o de Cultura de Tecidos, que desenvolveram uma variedade geneticamente modificada de maracujazeiro-amarelo resistente ao vírus do endurecimento dos frutos, no âmbito dessa proposta, estabelecerá parcerias com as outras instituições da RMBA que estão instalando uma rede de campos isolados para liberação planejada de plantas geneticamente modificadas no meio ambiente, para completar os estudos de biossegurança desse novo cultivar.

O grupo de Genética Molecular do BIOAGRO, que trabalha com o melhoramento da qualidade da soja para a indústria de alimentos, tem uma intensa relação com pesquisadores do Núcleo de Biologia Aplicada da Embrapa Milho e Sorgo, incluindo o intercâmbio de pesquisadores, troca de material biológico, de marcadores moleculares e de construções gênicas. Esse mesmo grupo, que trabalha com o melhoramento do feijoeiro visando resistência a doenças, interage de modo bastante efetivo com pesquisadores da UFLA, da EPAMIG e da EMPRAPA, tanto na troca de material genético e de informações, quanto no lançamento conjunto de novos cultivares de feijão para o estado de Minas Gerais.

O Núcleo de Biologia Aplicada da Embrapa Milho e Sorgo possui uma estreita interação com a UFV, UFLA e UFMG na formação de recursos humanos e em projetos conjuntos nas áreas de genômica, genética e melhoramento de plantas. Vários estudantes destas universidades desenvolveram e desenvolvem trabalhos de tese na Embrapa Milho e Sorgo. Esta interação também se faz presente no desenvolvimento de projetos nas áreas de estresse bióticos a abióticos.

A UFLA mantém intercambio científico com todas as instituições mineiras de ensino e pesquisa, desenvolvendo projetos de colaborativos nas mais diversas áreas. A área da Biotecnologia tem sido considerada como estratégica pelos administradores na UFLA, que têm apoiado a criação de cursos de Pós-Graduação Lato Sensu e Stricto Senso em Biotecnologia, além da criação do Laboratório Central de Biologia Molecular (LCBM), um laboratório descentralizado de pesquisa, multi-usuário e vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa. Inaugurado em dezembro de 2002, o LCBM possui equipamentos modernos que dão suporte às pesquisas realizadas nos laboratórios setoriais dos vários departamentos e nos programas de pós-graduação. LCBM da UFLA foi financiado pela Fundação de Pesquisa do Estado de Minas Gerais, Ministério de Ciência e Tecnologia e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAPEMIG/MCT/CNPq). Tal infra-estrutura permitiu que a UFLA integrasse a Rede Genoma Minas, estreitando o relacionamento com as demais instituições de pesquisa do Estado.

O curso de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biotecnologia Vegetal, recém aprovado pelo MEC conta com a colaboração formal de pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo. Em 2005, a UFLA e a Epamig aprovaram um projeto na FAPEMIG (CAG 1147\05), intitulado “Aplicações da genômica funcional ao melhoramento da soja (Glycine max L. Merril) visando resistência a Meloidogyne sp”. 

A Escola de Veterinária da UFMG tem, ao longo dos tempos, se transformado em agregadora de grupos de pesquisa em saúde animal em todo Brasil e em alguns países vizinhos. Por ter programas de mestrado e doutorado, iniciados na década de 60 e sendo um dos mais antigos da área, por sua trajetória progressiva de geração de conhecimentos tornou-se o melhor programa de pós-graduação, classificado com nível 7 (sete) pela CAPES, sendo um dos dois únicos da área de Veterinária com essa classificação. Dentro da RMBA, a Escola de Veterinária da UFMG tem parcerias em andamento com a Universidade Federal de Viçosa em projeto aprovado pela FAPEMIG (CAG 1788/05) para o estudo quantitativo e epidemiológico do Circuvirus SuinoTipo 2 no Brasil, e com a Universidade Federal de Uberlândia no projeto “ Avaliação de testes imunocromatograficos com proteínas recombinantes de retrovirus”.

 
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